Autumn blues
O outono passa muito rápido. Tudo muda muito depressa.
Para mim o choque foi ainda maior depois de três semanas fora. Quando saí, ainda havia folhas
O primeiro que fiz ao voltar foi dar uma caminhada no Taylor Creek Park para dar uma olhada nos tons de outono enquanto ainda dá tempo, porque já já vai estar tudo branco e cinza de novo.
Realmente, o outono é lindo.
Mas confesso que este ano deu uma certa tristezinha ver como o verão acabou rápido. As árvores fizeram um esforço incrível para brotar e florescer, as folhas ainda estão jovens mas já estão secando e caindo aos montes!
O sol já dura pouco tempo lá em cima, e nem tão lá em cima ele está: vive inclinado. Isso em parte é bonito, pois o sol de lado deixa as cores mais vivas, mas por outro lado aquela melancoliazinha que dá o pôr-do-sol agora dura hooooras e começa já depois do almoço.
Para completar, agora acabou o horário de verão, para que o dia não amanheça tão tarde. Por causa disso, às 17h30 já está de noite. Temos sentido muito sono, acho que mais do que no ano passado. A gente vê que está escuro lá fora e o corpo interpreta tudo errado, começa a bocejar e a ficar com preguiça. Mas, quando vamos ver, ainda são 6, 7 da noite. Acho que somos mais galinhas do que gostaríamos de acreditar.
Hoje fui lá jogar um pouco, enquanto o sol durou. Hoje estava mais quente, uns 12 graus. Mesmo assim, as orelhas ficaram doendo um pouco por causa do vento frio. Daqui a uns dias já vai estar frio demais, e não dá para jogar tênis de luvas...
Mas bonito é, reconheço. Estava até difícil de me concentrar no jogo, vendo o sol se pôr de um lado e a lua nascer do outro, e vários esquilos pululando entre as folhas secas em volta da quadra.
E já vamos nos preparando para o inverno: compramos casacos novos e estamos dando um reforço em luvas e gorros. Já não dá para sair sem. E começou a temporada de sopas e guizados.
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