Carol e Gustavo em Toronto
Nossa mudança para Toronto em julho/agosto de 2007 e aventuras por aqui.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Greetings from Rio de Janeiro, Brazil
É a Carol encerrando mais uma temporada no verão carioca. Duas semanas de trabalho e uma de descanso. Até que não foi tão ruim...
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Feliz ano novo com receitas maravilhosas!
Eu iniciei o ano passado com várias receitas. Este ano, de novo. Eu já vinha acumulando várias que fui testando, sempre com muito sucesso.
São todas de um mesmo livro, o presente de aniversário que a Bianca me deu: este livro de receitas da Isadora Popovic, da confeitaria Popina. Tudo nele é simples - às vezes parece até simples demais - mas tão delicioso que a gente acaba se perguntando por que tantas vezes complicamos tanto as coisas.
Incluo fotos das receitas originais do livro, em inglês. Se alguém precisar de ajuda para entender, é só dizer.
As primeiras são minhas duas contribuições para o jantar de Dia de Ação de Graças (Thanksgiving), que comemoramos na casa da Bianca e do Adam.
Como o Adam ia fazer uma carne assada com legumes, para acompanhar e ficar no clima da estação eu fiz a quiche de abóbora com queijo feta da Popina. Porque sério, tem muita abóbora no outono.
Na verdade, a receita não é com essa abóbora aguada, não. É com uma que se chama butternut squash, que é mais parecida com aquela abóbora de pescoço brasileira, bem macia (sem fiapos grossos) e saborosa. A única diferença com relação à receita original foi que eu acrescentei um pouquinho de sálvia fresca. E fiz a massa com a qual estou acostumada, que é a que eu aprendi com a minha mãe (4 ou 5 colheres de manteiga, um copo de farinha de trigo, um ovo e uma pitada de sal). De resto, segui a receita. O recheio é misturado, cru mesmo, a frio, com creme de leite e colocado sobre a massa crua. Tudo é assado junto. O resultado foi fantástico!

Fiz também o brownie básico da Popina. Esta foi a primeira receita que eu testei, e é de comer de joelhos. Acho que esta foi a terceira vez que fiz. É tão úmido e tão achocolatado que mais parece um petit gateau. Acabei fazendo em forminhas de muffin, porque achei que fica mais bonitinho.
Depois, no Natal, como teríamos jantar (moqueca) na casa da Gina e do Bob, eu levei só belisquetes e sobremesa.
Da Popina eu fiz este biscoitinho de queijo. Na verdade, eu combinei duas receitas dela: usei cheddar em vez de parmesão, mas com gergelim e papoula em volta. Ficou muito gostoso, puro ou com pastinhas. É realmente tão fácil de fazer que fiquei me perguntando para que perder tempo comprando este tipo de coisa pronto.
Para depois do jantar, levei estas florentinas. Fiquei louca com essa receita assim que folheei o livro pela primeira vez. Depois descobri que há vários tipos de florentinas, das mais simples (só com amêndoas, bem fininhas e crocantes) às mais cheias de coisas e "gordinhas", como é o caso destas. A única diferença com relação à receita foi que, em vez de passas, eu pus damascos picadinhos, além de cranberries passas, amêndoas, avelãs e pecãs. O banho é de chocolate belga meio-amargo. O sucesso foi absoluto. Eu fiz o dobro da receita e saí dando presentinhos: para a Jane, para meu grupinho de mulheres do clube do livro que organizou uma confraternização de fim de ano, para a turminha de brasileiros no Natal e algumas só para o Gus e para mim.
Minha "estação de trabalho" ficou parecendo a de uma confeitaria!
A sobremesa é que não foi da Popina. Eu peguei ideias de vários lugares diferentes para fazer um rocambole.
A massa é esta aqui, da Carla Duc. É ridícula de fácil de fazer e eu gostei da ideia de não levar farinha. São só ovos, açúcar e chocolate (usei cacau puro). Fica levíssima!
Só que eu não queria tudo de chocolate para o Natal, não sei bem por quê. Queria fazer algo diferente.
Da Popina, me inspirei parcialmente em um recheio de strudel que ela faz com amêndoas e avelãs moídas. Só que a receita original seria para assar, e eu precisava de um recheio para espalhar, frio, sobre a massa do rocambole já cozido. Então usei como base um dos cremes que se usam para rechear cupcakes, à base de cream cheese batido com um pouco de manteiga e açúcar de confeiteiro. Fica bem cremoso e o azedo do queijo corta o doce do açúcar. A essa base eu misturei as amêndoas e avelãs e um pouco de essências de baunilha e de amêndoa.
Eu enrolei o rocambole do lado errado. Só descobri isso muito depois. Então ficou mais um tubo do que um rocambole. Ninguém notou, eu acho.
A cobertura eu queria de chocolate, sim. Fiz um ganache simples, de chocolate belga derretido em creme de leite. Só que usei o creme de leite errado - tinha que ser o mais espesso de todos, como de lata, e eu usei de chantili, fresco. Então a calda ficou mais líquida do que eu pretendia e escorreu toda. Também ninguém reclamou.
O resultado não saiu exatamente o que eu queria. Mas todo mundo comeu até se acabar, repetiu e elogiou, quer dizer, o troço fica realmente bom, mesmo quando eu faço tudo errado. Mas, da próxima vez, vou escolher uma única receita e tentar não inventar demais.
Finalmente, na semana entre o Natal e o Ano Novo eu fiz estes muffins maravilhosos para o Gus e para mim. A receita original é com farinha de espelta, um tipo diferente de trigo, mas eu usei farinha de trigo comum. O resto, segui certinho: ovos, açúcar, uma cenoura, uma maçã, sementes de abóbora e canela. A única coisa que não deu muito certo foi que, com dois ovos, a massa ficou muito seca e com tanto recheio que a farinha não dava para tudo. Talvez a maçã e a cenoura fossem maiores do que deviam, sei lá. Então, acrescentei mais um ovo e um pouco mais de farinha, mas não acrescentei mais nada dos outros ingredientes. E o resultado foi muito, mas muito bom!
Com certeza eu ainda vou fazer muitas receitas deste livro. Todas são ótimas!
Por hoje é isso. Logo mais ponho fotos do Natal e do Ano Novo.
Incluo fotos das receitas originais do livro, em inglês. Se alguém precisar de ajuda para entender, é só dizer.
As primeiras são minhas duas contribuições para o jantar de Dia de Ação de Graças (Thanksgiving), que comemoramos na casa da Bianca e do Adam.
Fiz também o brownie básico da Popina. Esta foi a primeira receita que eu testei, e é de comer de joelhos. Acho que esta foi a terceira vez que fiz. É tão úmido e tão achocolatado que mais parece um petit gateau. Acabei fazendo em forminhas de muffin, porque achei que fica mais bonitinho.
Depois, no Natal, como teríamos jantar (moqueca) na casa da Gina e do Bob, eu levei só belisquetes e sobremesa.
Minha "estação de trabalho" ficou parecendo a de uma confeitaria!
A sobremesa é que não foi da Popina. Eu peguei ideias de vários lugares diferentes para fazer um rocambole.
A massa é esta aqui, da Carla Duc. É ridícula de fácil de fazer e eu gostei da ideia de não levar farinha. São só ovos, açúcar e chocolate (usei cacau puro). Fica levíssima!
Só que eu não queria tudo de chocolate para o Natal, não sei bem por quê. Queria fazer algo diferente.
Da Popina, me inspirei parcialmente em um recheio de strudel que ela faz com amêndoas e avelãs moídas. Só que a receita original seria para assar, e eu precisava de um recheio para espalhar, frio, sobre a massa do rocambole já cozido. Então usei como base um dos cremes que se usam para rechear cupcakes, à base de cream cheese batido com um pouco de manteiga e açúcar de confeiteiro. Fica bem cremoso e o azedo do queijo corta o doce do açúcar. A essa base eu misturei as amêndoas e avelãs e um pouco de essências de baunilha e de amêndoa.
Eu enrolei o rocambole do lado errado. Só descobri isso muito depois. Então ficou mais um tubo do que um rocambole. Ninguém notou, eu acho.
A cobertura eu queria de chocolate, sim. Fiz um ganache simples, de chocolate belga derretido em creme de leite. Só que usei o creme de leite errado - tinha que ser o mais espesso de todos, como de lata, e eu usei de chantili, fresco. Então a calda ficou mais líquida do que eu pretendia e escorreu toda. Também ninguém reclamou.
O resultado não saiu exatamente o que eu queria. Mas todo mundo comeu até se acabar, repetiu e elogiou, quer dizer, o troço fica realmente bom, mesmo quando eu faço tudo errado. Mas, da próxima vez, vou escolher uma única receita e tentar não inventar demais.
Finalmente, na semana entre o Natal e o Ano Novo eu fiz estes muffins maravilhosos para o Gus e para mim. A receita original é com farinha de espelta, um tipo diferente de trigo, mas eu usei farinha de trigo comum. O resto, segui certinho: ovos, açúcar, uma cenoura, uma maçã, sementes de abóbora e canela. A única coisa que não deu muito certo foi que, com dois ovos, a massa ficou muito seca e com tanto recheio que a farinha não dava para tudo. Talvez a maçã e a cenoura fossem maiores do que deviam, sei lá. Então, acrescentei mais um ovo e um pouco mais de farinha, mas não acrescentei mais nada dos outros ingredientes. E o resultado foi muito, mas muito bom!
Com certeza eu ainda vou fazer muitas receitas deste livro. Todas são ótimas!
Por hoje é isso. Logo mais ponho fotos do Natal e do Ano Novo.
Labels:
Gastronomia :-)
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Squash
O squash virou nosso esporte de inverno. Há um clube a dez minutos de casa. Esta é a minha terceira temporada jogando, e a segunda do Gustavo, que já está jogando no mesmo nível que eu na liga interna do clube (que é o penúltimo -- disfarça...) Eu este ano estou jogando em uma liga interclubes, em um time feminino (nível D, quer dizer, tem muito chão pela frente). Tem sido bem divertido.
Para quem não conhece, squash é um esporte de doidos. Dois adversários ficam num quartinho rodopiando raquetes. Você sabe que vai acabar mal... Mas até que a gente tem saído ileso, salvo um músculo fisgado aqui, um dente trincado ali... (Sim, o Gustavo quebrou um dente na quadra de squash.) Mas ainda não quebramos nada, nem levamos pontos ou ficamos cegos, o que é sempre uma vantagem.
Os jogadores podem usar as quatro paredes da quadra, desde que a bola sempre bata uma vez na parede da frente, acima de uma linha inferior e abaixo de uma linha superior, e abaixo de uma linha nas paredes laterais e a do fundo, e bola bata no chão no máximo uma vez por jogador. Há todo um protocolo para evitar jogadas perigosas e para que um jogador não interfira nos movimentos do outro.
É um esporte absurdamente intenso, que nos deixa arfando. É extremamente ágil e criativo.
Hoje o Rafael nos filmou jogando. É impossível fazer a quadra toda caber na tela e não há como acompanhar a bolinha com a câmera, então o filme na vertical consegue mostrar a quadra toda mas deixa a tela menor (o ideal é ver em tela cheia no computador -- basta selecionar a opção de tela cheia aí no menuzinho do YouTube) e o filme na horizontal permite ver melhor a nossa movimentação, mas não a parede da frente.
Eu ganhei os dois games que foram filmados, para consternação do Gus, mas fica aqui registrado que ele ganhou o game seguinte, quando não havia testemunhas oculares.
Para quem não conhece, squash é um esporte de doidos. Dois adversários ficam num quartinho rodopiando raquetes. Você sabe que vai acabar mal... Mas até que a gente tem saído ileso, salvo um músculo fisgado aqui, um dente trincado ali... (Sim, o Gustavo quebrou um dente na quadra de squash.) Mas ainda não quebramos nada, nem levamos pontos ou ficamos cegos, o que é sempre uma vantagem.
Os jogadores podem usar as quatro paredes da quadra, desde que a bola sempre bata uma vez na parede da frente, acima de uma linha inferior e abaixo de uma linha superior, e abaixo de uma linha nas paredes laterais e a do fundo, e bola bata no chão no máximo uma vez por jogador. Há todo um protocolo para evitar jogadas perigosas e para que um jogador não interfira nos movimentos do outro.
É um esporte absurdamente intenso, que nos deixa arfando. É extremamente ágil e criativo.
Hoje o Rafael nos filmou jogando. É impossível fazer a quadra toda caber na tela e não há como acompanhar a bolinha com a câmera, então o filme na vertical consegue mostrar a quadra toda mas deixa a tela menor (o ideal é ver em tela cheia no computador -- basta selecionar a opção de tela cheia aí no menuzinho do YouTube) e o filme na horizontal permite ver melhor a nossa movimentação, mas não a parede da frente.
Eu ganhei os dois games que foram filmados, para consternação do Gus, mas fica aqui registrado que ele ganhou o game seguinte, quando não havia testemunhas oculares.
Chinglish made in Canada
Quem disse que é preciso ir até a China para testemunhar o autêntico idioma chinglish?
Aqui do lado de casa tem uma lavanderia, que há pouco ganhou um concorrente nas imediações. Então mandou fazer placas novas, bem chamativas, para garantir à clientela que eles ainda são a melhor opção.
Bom, o sucesso foi imediato, pois eu até parei para fotografar:
Aqui do lado de casa tem uma lavanderia, que há pouco ganhou um concorrente nas imediações. Então mandou fazer placas novas, bem chamativas, para garantir à clientela que eles ainda são a melhor opção.
Bom, o sucesso foi imediato, pois eu até parei para fotografar:
Labels:
Bizarro,
Rabugências
Kennebec no verão
Lembram de quando fomos para a casa do Adam no lago Kennebec, nos dias mais frios do inverno passado? Mesmo que você lembre, clique aqui porque vale a pena relembrar!
No auge do verão passado nós fomos para lá de novo, agora para curtir o lago -- que agora estava molhado -- caminhar pelos bosques -- que estavam verdes -- e fazer um churrasco formidável. Foi muito legal, e totalmente diferente do inverno.
Ah, e viva a água encanada! :-)
Várias fotos são praticamente as mesmas que tiramos no inverno, mas parece outro lugar. Acho formidável comparar os dois álbuns. Fizemos também uns filmes para registrar um chipmunk comilão que nos rondava e ganhou um zilhão de amendoins.
Divirta-se!
No auge do verão passado nós fomos para lá de novo, agora para curtir o lago -- que agora estava molhado -- caminhar pelos bosques -- que estavam verdes -- e fazer um churrasco formidável. Foi muito legal, e totalmente diferente do inverno.
Ah, e viva a água encanada! :-)
Várias fotos são praticamente as mesmas que tiramos no inverno, mas parece outro lugar. Acho formidável comparar os dois álbuns. Fizemos também uns filmes para registrar um chipmunk comilão que nos rondava e ganhou um zilhão de amendoins.
Divirta-se!
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
O legítimo Stardust Coffee
Quem precisa de Starbucks quando se tem...
... uma cafeteira french press (ou uma italiana lindinha que a Erika e o Rafa deram para a gente, mas aqui usamos o nosso método tradicional)
... um milk frother a pilha
... um moedor de grãos de café
... maple syrup
... e...
... uma caneca do David Bowie!
Aqui vai a receita do legítimo Stardust Coffee, que nos dá energia para trabalhar a tarde toda:
Coloque um dedinho de leite na sua caneca do David Bowie.
Pegue o milk frother a pilha, baratinho, que você acaba de comprar e que é uma das coisas mais maravilhosas que você já viu.
Bata o leite durante uns 15 segundos...
... até virar essa espuma firme, com umas 3 ou 4 vezes a altura do leite original.
Enquanto isso, moa os grãos de café e faça um espresso cremoso na french press. Sirva em uma caneca e cubra com metade da espuma de leite.
Faça o mesmo na outra caneca e decore com uma colher de chá de maple syrup.
Não é lindo?
A caneca do Bowie é minha, claro (presente da Erika -- claro). O Gus tem a força dos alces canadenses. Mas tem dias em que ele está muito cansado e fraco e ele me diz que precisa da força especial do Ziggy Stardust e que vai usar minha caneca. Aí eu uso minha segunda caneca poderosa, uma que a Gina me deu e que tem uns desenhos japoneses com uma menininha que diz que eu sou uma Cupcake Pixie (?!?!?!?)
Pronto, agora você conhece o segredo da nossa energia!
... uma cafeteira french press (ou uma italiana lindinha que a Erika e o Rafa deram para a gente, mas aqui usamos o nosso método tradicional)
... um milk frother a pilha
... um moedor de grãos de café
... maple syrup
... e...
... uma caneca do David Bowie!
Aqui vai a receita do legítimo Stardust Coffee, que nos dá energia para trabalhar a tarde toda:
Coloque um dedinho de leite na sua caneca do David Bowie.
Pegue o milk frother a pilha, baratinho, que você acaba de comprar e que é uma das coisas mais maravilhosas que você já viu.
Bata o leite durante uns 15 segundos...
... até virar essa espuma firme, com umas 3 ou 4 vezes a altura do leite original.
Enquanto isso, moa os grãos de café e faça um espresso cremoso na french press. Sirva em uma caneca e cubra com metade da espuma de leite.
Faça o mesmo na outra caneca e decore com uma colher de chá de maple syrup.
Não é lindo?
A caneca do Bowie é minha, claro (presente da Erika -- claro). O Gus tem a força dos alces canadenses. Mas tem dias em que ele está muito cansado e fraco e ele me diz que precisa da força especial do Ziggy Stardust e que vai usar minha caneca. Aí eu uso minha segunda caneca poderosa, uma que a Gina me deu e que tem uns desenhos japoneses com uma menininha que diz que eu sou uma Cupcake Pixie (?!?!?!?)
Pronto, agora você conhece o segredo da nossa energia!
Labels:
Gastronomia :-),
Um pouco de tudo
Meu chochozinho!
É por isso que "a preço de chuchu" e "dar mais que chuchu na serra" são expressões que não se usam por aqui.
Labels:
Bizarro,
Rabugências,
Supermercado
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Começou!
Ontem choveu sem parar, forte, o dia inteiro. Hoje cedo já tinha parado de chover. Olhei a previsão do tempo: nublado, sem chuva. Possibilidade de neve leve só daqui a dois dias.* Beleza. Peguei o carrinho de compras e fui para o supermercado.
Uma hora e pouco depois, quando saí, estava tudo assim:
Eu estava de calça jeans (agora só uso long john quando está abaixo de zero), uma jaqueta média, gorrinho leve e luvas de lã, furadinhas. Estava ventando muito forte e eu cheguei em casa coberta por uma camadinha de neve -- daquele tipo meio molhado, meio congelado.
O inverno está demorando uma vida este ano. 30 de novembro! E dois dias atrás estava fazendo 12 graus. Bem que a neve de verdade podia chegar de uma vez. Esse chove-não-molha-talvez-neve-mais-ou-menos é bem chato.
* Deduzi que o Pajé que escreve a previsão do tempo para os jornais passou a noite dentro da oca, puxando um fumo, e não previu coisa nenhuma, pra variar.
Uma hora e pouco depois, quando saí, estava tudo assim:
Eu estava de calça jeans (agora só uso long john quando está abaixo de zero), uma jaqueta média, gorrinho leve e luvas de lã, furadinhas. Estava ventando muito forte e eu cheguei em casa coberta por uma camadinha de neve -- daquele tipo meio molhado, meio congelado.
O inverno está demorando uma vida este ano. 30 de novembro! E dois dias atrás estava fazendo 12 graus. Bem que a neve de verdade podia chegar de uma vez. Esse chove-não-molha-talvez-neve-mais-ou-menos é bem chato.
* Deduzi que o Pajé que escreve a previsão do tempo para os jornais passou a noite dentro da oca, puxando um fumo, e não previu coisa nenhuma, pra variar.
Labels:
Inverno,
Rabugências
sábado, 19 de novembro de 2011
U2!
Em julho, assistimos a um dos últimos shows do U2, da turnê 360.
Foi no Rogers Centre, estádio de beisebol e outras coisas assim, grandiosas. Colado na CN Tower.
Foram 60 mil pessoas e uma organização primorosa. Bom, dá para chegar até lá pela tal """cidade subterrânea""" (com aspas múltiplas), quer dizer, de metrô e depois pegando uma passarela da Union Station até o estádio. O estádio é incrível. Em cada nível há inúmeros lugares para comprar comida e bebida, e para cada setorzinho de cadeiras numeradas há banheiros fabulosos (parece idiota eu falar em banheiros, mas eu já fui em muito show em estádio no Brasil e pelamordedeus). E o teto retrátil é incrível.
O show de abertura foi do Interpol. Depois, todo mundo posou para a foto da Fan Cam -- múltiplas fotos tiradas em resolução absurda, que depois são montadas para formar ESTA COISA INCRÍVEL AQUI. E equipe da Fan Cam são uns carinhas de amarelo que ficam apontando uns trecos compridos amarelos na direção de onde vão tirar a foto, para as pessoas posarem. Devem ter feito umas 100 fotos.
Depois veio o alucinante show de mais de duas horas. Aliás, além de um brilhante show do U2, o show foi quase um tributo ao David Bowie, o que deixou a Erika e eu com um sorriso de orelha a orelha. A banda entra no palco ao som de "Space Oddity". Depois, um astronauta da estação espacial internacional, que aparece no telão e com quem o Bono finge conversar ao vivo, termina dizendo "Tell my wife I love her very much, she knows" -- outro verso de "Space Oddity". Finalmente, durante uma música há umas animações e, de novo, o desenho de um astronautazinho repete o mesmo verso. É claro que uma das melhores bandas de todos os tempos tem que ser fã do maior artista de todos os tempos! :-)
Temos fotos e vídeos; foi a estreia da nossa câmera nova. Nos vídeos há um pouco de ruído de vento, pois o microfone é sensível, e dá para ouvir mais a nossa voz (ok, do Gustavo) do que o som do U2, mas lá a gente mal conseguia se ouvir; a qualidade do som era perfeita, muito nítida. Os vídeos são uma amostra que nem se compara com a sensação dessas músicas na nossa pele.
Foi no Rogers Centre, estádio de beisebol e outras coisas assim, grandiosas. Colado na CN Tower.
Foram 60 mil pessoas e uma organização primorosa. Bom, dá para chegar até lá pela tal """cidade subterrânea""" (com aspas múltiplas), quer dizer, de metrô e depois pegando uma passarela da Union Station até o estádio. O estádio é incrível. Em cada nível há inúmeros lugares para comprar comida e bebida, e para cada setorzinho de cadeiras numeradas há banheiros fabulosos (parece idiota eu falar em banheiros, mas eu já fui em muito show em estádio no Brasil e pelamordedeus). E o teto retrátil é incrível.
O show de abertura foi do Interpol. Depois, todo mundo posou para a foto da Fan Cam -- múltiplas fotos tiradas em resolução absurda, que depois são montadas para formar ESTA COISA INCRÍVEL AQUI. E equipe da Fan Cam são uns carinhas de amarelo que ficam apontando uns trecos compridos amarelos na direção de onde vão tirar a foto, para as pessoas posarem. Devem ter feito umas 100 fotos.
Depois veio o alucinante show de mais de duas horas. Aliás, além de um brilhante show do U2, o show foi quase um tributo ao David Bowie, o que deixou a Erika e eu com um sorriso de orelha a orelha. A banda entra no palco ao som de "Space Oddity". Depois, um astronauta da estação espacial internacional, que aparece no telão e com quem o Bono finge conversar ao vivo, termina dizendo "Tell my wife I love her very much, she knows" -- outro verso de "Space Oddity". Finalmente, durante uma música há umas animações e, de novo, o desenho de um astronautazinho repete o mesmo verso. É claro que uma das melhores bandas de todos os tempos tem que ser fã do maior artista de todos os tempos! :-)
Temos fotos e vídeos; foi a estreia da nossa câmera nova. Nos vídeos há um pouco de ruído de vento, pois o microfone é sensível, e dá para ouvir mais a nossa voz (ok, do Gustavo) do que o som do U2, mas lá a gente mal conseguia se ouvir; a qualidade do som era perfeita, muito nítida. Os vídeos são uma amostra que nem se compara com a sensação dessas músicas na nossa pele.
Prince Edward County, de novo
A notícia é velha, mas as fotos são eternas, né, gente? ;-)
Nós adoramos Prince Edward County, uma simpática península rural a duas horas de Toronto. Primeiro passamos rapidamente por lá com os meus pais em 2009, questão de horas, e ficamos morrendo de vontade de voltar.
Depois fomos com a Gina e o Bob no fim do outono de 2010. Estava frio e bastante vazio.
Este ano, fomos para lá novamente com a Gina e o Bob, em junho, em pleno verão. Ficamos em Bloomfield, uma das cidadezinhas da região, em um Bed & Breakfast em uma casa centenária. Foi lindo! Paisagens encantadoras, comida magnífica, queijos, vinhos... Olha, é um sofrimento difícil de expressar. Só mesmo vendo as fotos para sentir o drama:
Nós adoramos Prince Edward County, uma simpática península rural a duas horas de Toronto. Primeiro passamos rapidamente por lá com os meus pais em 2009, questão de horas, e ficamos morrendo de vontade de voltar.
Depois fomos com a Gina e o Bob no fim do outono de 2010. Estava frio e bastante vazio.
Este ano, fomos para lá novamente com a Gina e o Bob, em junho, em pleno verão. Ficamos em Bloomfield, uma das cidadezinhas da região, em um Bed & Breakfast em uma casa centenária. Foi lindo! Paisagens encantadoras, comida magnífica, queijos, vinhos... Olha, é um sofrimento difícil de expressar. Só mesmo vendo as fotos para sentir o drama:
Assinar:
Postagens (Atom)





