sábado, 30 de agosto de 2008

Desde Montreal

Último feriadão do verão, antes das aulas do Gustavo recomeçarem, e estamos conhecendo Montreal (nós e mais aproximadamente metade do mundo).

Muito legal a cidade. Um pouco mais bagunçada do que Toronto, mas também com mais personalidade (visual, arquitetônica, cultural, etc.) O tempo está nem-muito-quente -nem-muito-frio -ora-nublado-ora-com-sol, ou seja: perfeito.

Minha cabeça está dando nó com o francês. Acho que meu cérebro não processa duas línguas oficiais estrangeiras, além das *minhas* duas línguas oficiais. Ontem até que tentamos umas palavrinhas em francês, mas hoje estamos pedindo para falar em inglês mesmo. Mas a língua que mais estamos ouvindo aqui, após o francês, é o espanhol. Nossa, como tem turista hermano!

Hoje andamos uns sete mil quilômetros mais ou menos. Um pouco menos, talvez. Todo o centro e a cidade velha. Adoramos. Como de manhã estava chovendo, nos enfiamos no museu de belas artes. Quando saímos estava sol e mandamos ver no roteiro turístico.

Tomamos vários cafés: quentes, gelados, batidos com sorvete, moccachino. O café aqui é incrível: de cor bem escura e com aquele gosto tradicional de café. Quando combinado com chocolate daquele marrom-escuro com gosto de chocolate, então, fica divino. Já estávamos quase nos acostumando com aquela misturinha cor-de-burro-quando-foge estilo americano que tomamos em Toronto.

Também estamos consumindo nossa cota de croques e crepes.

À noite, queijinhos e vinho na micro-cozinha do nosso quarto do hotel, para relaxar.

Ainda falta conhecemos Mont Royal, a histórica "montanha" de 200 metros de altura de onde se vê toda a cidade.

Na volta fazemos um relato fotográfico.

4 comentários:

Pablo Cardellino disse...

"de cor bem escura e com aquele gosto tradicional de café."

kkkk como as coisas simples de repente se revelam especiais ;-)

daniduc the dude disse...

oh, a colonização francesa, que maravilhas ela faz pelo café, heim? Acabamos de voltar de 9 dias na Italia, onde havia café, CAFÉ, não a aguinha suja meio transparente que os holandeses, provavelmente devido a algum engano de tradução, chamam de café (koffie).

Por falar em línguas. Morando em holandês, falando em inglês e viajando por diversas línguas aqui em volta, o curto-circuito mental é inevitável e o que mais falamos é o enrolês.

Aguardamos as fotos de Montreal!

carladuc disse...

Nossa, eu vim aqui justamente comentar do contraste do café Itália/Holanda que muito me identifiquei quando li seu post e vi que o Dani tinha comentado exatamente a mesma coisa. hehehe

Na França o café também é bom. Pelo menos Montreal se safou do chafé.

De ler seu relato já me deu vontade de conhecer Montreal. :)

beijo,

Carol disse...

Sabe que no Brasil a gente nem era muito de café? Tipo sim, tinha aquele para acordar de manhã, mas a gente não pensava e muito menos debatia o assunto. E muito menos parava no meio da manhã ou da tarde e dizia: preciso de um bom café!

Aqui a coisa começou com a dificuldade de nos entendermos com o café local. Para piorar, ficamos no total umas duas semanas hospedados com a Erika e o Rafa, e a curtição deles é explorar os sabores do Starbucks, moer em casa e tomar toda noite. Aí pronto, já começamos a rotina com grãos da Starbucks, moedor de café e cafeteira italiana. Café passou a ser assunto relevante.

Com o tempo, fomos nos habituando ao Tim Hortons, Starbucks e Second Cup - leia-se: chafé com firulas. O conjunto da obra não fica mal, mas a gente não sente muito o gosto do café mesmo.

Agora em Montreal foi uma festa. Voltamos com grãos da Brûlerie St. Denis.