sábado, 13 de setembro de 2008

Quase igual a um homem

Hoje, depois de umas duplinhas de tênis, vi no clube um garoto japonês, chegado há pouco no Canadá, que sei que joga bem. Ele estava esperando alguém com quem tinha marcado, mas havia uma quadra livre e eu o convidei para bater um pouco de bola até o parceiro dele chegar.

Ele bate forte (mais do que eu), mas foi um ótimo bate bola. Logo no começo ele disse que eu batia bem.

Um tempo depois, ele pediu que parássemos para ele ligar para o parceiro, que não tinha aparecido. Além disso, ele queria descansar um pouco, porque iria jogar uma partida para o campeonato. Disse que tinha se surpreendido, pois eu realmente batia muito forte.

Agradeci, disse que eu estava retomando o tênis depois de muitos anos.

Ele repetiu que eu batia muito bem e com muita força, e que ele estava surpreso porque não imaginava que eu, sendo mulher, batia tão forte.

Tá.

E aí veio o que eu imagino que seja o elogio máximo na cabeça do japonês. Ele abriu um sorriso e afirmou: "Se você fosse homem, acho que você seria mais forte do que eu."

Não é lindo?

Vou tentar falar mais grosso; quem sabe um dia eu atinjo a perfeição.

Um comentário:

Barts disse...

E coce o saco, nao esqueca!