Julho é mês de quê?
Estamos em pleno verão canadense, o que em síntese significa: temperatura agradável, insetos para todo lado e vegetação ensandecida. A natureza aqui tem menos de 6 meses para completar todo o ciclo reprodutivo e se preparar para o próximo inverno, e para isso vale todo tipo de estratégia. Algumas plantas dão flores antes das folhas, outras espirram esporos e pólen de tudo quanto é jeito e para todo lado, fazendo a alegria dos alérgicos. Logo em seguida, há frutas saindo para o ladrão. Outro dia comprei 1,5kg de cerejas gordas e docinhas por 99 centavos.
Quem acompanha nosso blog sabe que temos uma amoreira enorme na frente de casa. A Jane, dona da casa, nos disse que podíamos pegar o que quiséssemos, pois ela não aguenta mais ver amora. Há outros dois casais de inquilinos, mas pelo jeito também não curtem catar frutinhas. No ano passado fizemos a festa (recordar é viver parte 1, recordar é viver parte 2).
Há vários dias a Jane já vinha batendo na nossa porta para avisar que as amoras estão caindo e os pássaros estão comendo tudo, então devíamos correr. Só que eu tive uma pedra no rim e estávamos cheios de trabalho, então as amoras tiveram que esperar. Agora, saímos duas vezes e cada vez catamos pelo menos 1,5 quilo de amoras madurinhas. Voltamos roxos (há tanta amora na grama que os chinelos e pés voltam todos roxos) e o Gus anda dizendo que somos caçadores-coletores. Hoje, enchi um panelão e preparei uma deliciosíssima geléia de amoras orgânicas. Ficou uma loucura de bom.
As imagens falam por si próprias.




Rendeu duas porções bem grandinhas.
Uma para nós e outra para nossos amiguinhos do coração, que nos trouxeram maravilhosos stroopwafels da Holanda. Aprendemos o Jeito Certo de comer stroopwafel (carinhosamente apelidados de
stormtroopers aqui em casa) lendo o blog dos Ducs em Amsterdã.
A amoreira ainda está supercarregada. A Jane quer que saiamos para catar amora todos os dias, mas aí vai ficar difícil pagar as contas... Cada dois dias está de bom tamanho. Logo logo teremos mais uma panelada.
(Ah, e hoje estou me dando alta do cálculo renal, após 6 dias. Ainda ando meio mimimi, mas a pedra não se manifesta há dois dias, então concluí que ela partiu desta para melhor. E acho bom que fique por lá.)
Quem acompanha nosso blog sabe que temos uma amoreira enorme na frente de casa. A Jane, dona da casa, nos disse que podíamos pegar o que quiséssemos, pois ela não aguenta mais ver amora. Há outros dois casais de inquilinos, mas pelo jeito também não curtem catar frutinhas. No ano passado fizemos a festa (recordar é viver parte 1, recordar é viver parte 2).
Há vários dias a Jane já vinha batendo na nossa porta para avisar que as amoras estão caindo e os pássaros estão comendo tudo, então devíamos correr. Só que eu tive uma pedra no rim e estávamos cheios de trabalho, então as amoras tiveram que esperar. Agora, saímos duas vezes e cada vez catamos pelo menos 1,5 quilo de amoras madurinhas. Voltamos roxos (há tanta amora na grama que os chinelos e pés voltam todos roxos) e o Gus anda dizendo que somos caçadores-coletores. Hoje, enchi um panelão e preparei uma deliciosíssima geléia de amoras orgânicas. Ficou uma loucura de bom.
As imagens falam por si próprias.




Rendeu duas porções bem grandinhas.


A amoreira ainda está supercarregada. A Jane quer que saiamos para catar amora todos os dias, mas aí vai ficar difícil pagar as contas... Cada dois dias está de bom tamanho. Logo logo teremos mais uma panelada.
(Ah, e hoje estou me dando alta do cálculo renal, após 6 dias. Ainda ando meio mimimi, mas a pedra não se manifesta há dois dias, então concluí que ela partiu desta para melhor. E acho bom que fique por lá.)
Comentários
Nham.... schlep... nham...
Nossa, issa geleia ficou com uma cara muito boa! Que vontade de estar por ai :)
Carol! Você teve pedra no rim?! :( Que lixo! Estou torcendo pra que ela realmente tenha ido for good!
Abraços
A geleia ficou ótima! Hoje mesmo já fizemos experimentação coletiva na Erika e no Rafa, com biscoitinhos e brie.
Acho que a pedra foi, sim. Foi meu único tema, pra lá de monótono, no Twitter nos últimos seis dias! Espero não ter que pensar de novo nessa porcaria tão cedo.
Beijos!
Quanto ao acordo da troca de guloseimas, bom... A Erika descobriu stroopwafel aqui em Toronto. Já alfajores, só no hemisfério sul, mesmo. Sei lá, estou achando que você é que vai ter que me trazer alfajores e em troca eu te dou legítimos stroopwafels canadenses, que tal? ;-)
A Érika achou stroopwafels, hein? Hehehe, acredito - ela viu a coisa mal parada quando o Rafa começou a mandar ver neles :D
Bem, bem, quekm não tem alfajores se vira com stroopwafels. Vou comer um agora :)
Adorei aqui e pretendo voltar sempre!
Abrações da MAD.
Tô curiosa para saber quem é MAD...
Onde é que tem alfajor?
Aqui em Toronto parece que há lugares especializados em coisas argentinas, mas ficam longe e ainda não fomos explorar.
Por enquanto, fico com as amoras...
:-)