domingo, 2 de maio de 2010

Bicicletando por Toronto

Oi pessoal! É o Gus:

bom, sabemos que as coisas estão meio paradas neste blog; muitas coisas para fazer, pouco tempo para dedicar ao blog, nenhuma novidade para contar. Mas isso não quer dizer que estejamos parados, claro. Agora que o tempo começou a esquentar, estamos aproveitando para conhecer a cidade usando nossas bicicletas.

Em nosso primeiro passeio, pegamos o Taylor Creek Park, aqui do lado de casa, até seu final, e depois seguimos para o norte. Toronto tem vários parques que se interligam, sendo possível cruzar de um lado para o outro da cidade, para o norte, leste e oeste. Infelizmente, tivemos de voltar no meio do caminho, pois a corrente da minha bicicleta está um pouco frouxa e o barbeiro aqui estava tendo problema em passar as marchas. Conclusão: a corrente saiu duas vezes, e decidimos voltar e levar a bicicleta para uma revisão geral.


Fizemos este passeio no comecinho de abril, então a vegetação ainda estava sem folhas e meio cinzenta.



Esses parques são legais, mas não são os mais bonitos da cidade (pelo menos, não são bonitos como os da orla do lago). Na foto de baixo, é possível ver como os caminhos vão cruzando por baixo das ruas e estradas da cidade, interligando os diversos parques.

As fotos de baixo são do passeio que fizemos com o Rafael e a Erika pela Orla. O circuito todo acabou sendo maior do que o inicialmente previsto: pelos cálculos da Carol (quer dizer, do Google Maps), andamos por volta de 30 quilômetros...


Acima, os "atretas". Mesmo estando já no final de abril, fazia um dia feio e batia um vento frio (esqueci; frio não, digamos, muito agradável ou agradável até demais). Pelo menos, a vegetação já estava brotando, o que tornava a paisagem menos cinzenta.


Deste parque da orla temos uma vista legal do "skyline" do centro de Toronto.


Mais fotos dos "atretas". Embaixo, com a Carol (Ah, sim, não pareço feliz nas fotos?).

Ventava muito nas "Praias", que é como os Torontonianos chamam essa região. Tá, praia é mais uma figura de linguagem, mas ao menos há uma faixa de areia onde o pessoal consegue até pegar uma cor. Nesse dia, alguns fissurados enfrentavam o vento frio fazendo um kite surf no lago.

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